quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Liderança brasileira contra o efeito estufa

Quatro países seguiram o pioneirismo brasileiro no combate ao efeito estufa por meio da preservação das florestas. Colômbia, Indonésia, Malásia e México apresentaram, na segunda-feira (8/12) em Lima, no Peru, os Níveis de Referência de Emissões Florestais (FREL, na sigla em inglês) à 20ª Conferência das Partes (COP 20) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Participam da conferência representantes de 195 países.
A primeira nação a submeter o documento à comunidade internacional, no entanto, foi o Brasil, ainda em junho deste ano. Avançado no desenvolvimento da Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+), o Brasil teve os dados avaliados positivamente pelos especialistas das Nações Unidas e, com isso, já entra em fase de implementação da medida em território nacional.
O diretor de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Adriano Santhiago, ressaltou o engajamento dos países em desenvolvimento na questão. O vice-secretário da UNFCCC, Richard Kinley, destacou o papel brasileiro no corte dos gases de efeito estufa gerados pelo desmatamento.
O que é REDD+ – Criado em 2003 e atualizado em 2007, o termo REDD+ representa um mecanismo de redução compensada da liberação de carbono na atmosfera. O conceito engloba a diminuição das emissões por desmatamento e degradação e inclui a tarefa da conservação florestal, do manejo sustentável, do aumento dos estoques de carbono e do incentivo ao desenvolvimento sustentável. A redução aparece, portanto, como um meio de diminuir os efeitos das mudanças do clima.
Fonte: MMA

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