sábado, 14 de junho de 2014

Sobre masturbação!

Do ponto de vista da fisiologia e da saúde, a masturbação é algo natural, parte do desenvolvimento da sexualidade das mulheres e homens, dizem os urologistas. Um estudo realizado pela Gossard Lingerie, empresa britânica de roupas íntimas, descobriu que 92% das mulheres praticam masturbação. A pesquisa foi feita com mais de 1.000 mulheres com idade entre 18 e 30 anos no Reino Unido, e revelou que nove em cada 10 mulheres admitiram terem se masturbado pelo menos uma vez naquele ano, enquanto dois terços delas davam prazer a si mesmas pelo menos três vezes por semana. Diante desses números é possível afirmar que a prática não é uma exclusividade masculina, tampouco restrita a um pequeno grupo.
A masturbação não é prejudicial à saúde e nem altera a formação dos órgãos sexuais! Trata-se de uma prática tão natural que ninguém precisa ser ensinado, aprende-se experimentando, tocando e se conhecendo. É uma forma de se preparar para a relação a dois, ou então passar por períodos de ausência de parceiro e ainda sim ter orgasmos. Sendo assim, ela não tem idade para começar e nem para terminar. Por outro lado, a masturbação não é necessária ou fase obrigatória na vida de todos. Fato é que não existem regras quando o assunto é sexo e sexualidade, e que a masturbação pura e simplesmente não traz qualquer malefício à saúde.
Por outro lado, qualquer extremo é prejudicial. Se masturbar em excesso ou nunca se masturbar são problemas. Se você não se masturba nunca porque foi ensinado que não deveria ou sem justificativa racional, isso interfere negativamente na descoberta e formação da sexualidade. É claro que, como dito anteriormente, a masturbação não é algo obrigatório, mas sua prática ou falta dela deve partir de uma escolha do indivíduo baseada em seus gostos pessoais, não na percepção de que a prática é errada ou lhe fará mal. Por outro lado, quando a masturbação se torna tão importante que inibe ou diminui a vida social, bem como a descoberta e conquista de parceiros que dividam momento íntimo, ela pode afetar negativamente a saúde sexual. Mas não existe um limite padronizado para o exagero - vai de cada um avaliar se a prática está ou não interferindo em outros aspectos de sua vida. Um ponto de partida seria perceber se a masturbação solitária está sendo preferida ao relacionamento com parceiro.
Fonte: MINHA VIDA (via newsletter)

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