sexta-feira, 25 de abril de 2014

História da educação ambiental

A educação ambiental surgiu na segunda metade do século XIX. Em 1864 foi lançado o livro “Man and Nature” ou “Geografia Física Modificada pela Ação do Homem”, de autoria do naturalista e diplomata estadunidense Georges Perkins Marsh (1801-1882). Dois anos depois, o vocábulo “ecologia” foi proposto pelo biólogo, naturalista, desenhista, médico e professor germânico Ernst Heinrich Philipp August Haeckel (1834-1919) para definir os estudos a serem realizados sobre as relações entre as espécies e seu ambiente, em seu livro “Generelle Morphologie der Organismen (1866)”, composta das palavras gregas oikos = casa e logos = estudo.
Em 1872 oficializou-se a criação do primeiro parque nacional do mundo: “Yellowstone”, nos Estados Unidos da América. O Brasil já  na fase republicana, criou-se o primeiro parque estadual em São Paulo, denominado “Parque da Cidade” (1896). Após isso, veio a criação do Parque Nacional de Itatiaia (1937) e do Parque Nacional do Iguaçu (1939).
No plano internacional, destacou-se em  a publicação do “Estudo da Proteção da Natureza no Mundo (1951)”, organizado pela União Internacional para a Conservação da Natureza – UICN, que havia sido criada em decorrência da Conferência Internacional de Fontainbleau, na França (1948), com apoio da UNESCO. A UICN se transformaria no Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA (1972), em razão da Conferência de Estocolmo.
No ano seguinte (1952), um acidente de poluição do ar decorrente da industrialização, ocorrido em Londres, Inglaterra provocou a morte de cerca de 1.600 pessoas. Diante da necessidade de compreender-se esse quadro, realizou-se naquele país, em março de 1965, a “Conferência de Educação da Universidade de Keele”, onde pela primeira vez utilizou-se a expressão “Educação Ambiental” (Environmental Education). Houve recomendação de que a educação ambiental deveria se tornar uma parte essencial de educação de todos os cidadãos.
Fonte: Só Biografias e outros

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