sábado, 22 de março de 2014

Pimenta é saudável!

Ainda falta conhecimento da população sobre as pimentas, pois muitos acham que elas podem causar problemas de saúde. A pungência é o ardor, o “picante” da pimenta, são suas principais características. Os princípios pungentes são produzidos em glândulas localizadas na placenta dos frutos (onde ficam as sementes), não na polpa ou dentro das sementes.
Seus consumiradores são fascinados pela sensação de prazer que a ingestão desse condimento proporciona ao organismo, após a “queimação” sentida na boca. Esse ardor é provocado por substâncias alcaloides denominadas capsaicinoides, exclusivos das pimentas do gênero Capsicum. A pimenta-de-cheiro e a biquinho (zero) são as mais suaves e doces. As recordistas brasileiras em pungência são a pimenta-murupi e a cumari-do-Pará.
Lado bom – De acordo com estudos, a pimenta tem muitos benefícios para o organismo. Ela é termogênica, acelera o metabolismo, mas não se pode afirmar que emagrece. Também possui ação anti-inflamatória, ou seja, pode amenizar a dor de algumas doenças, como a fibromialgia, que é uma dor muscular generalizada. Além disso ainda impede ou combate a formação e o desenvolvimento de tumores (assim como o brócolis e o tomate), é antioxidante e melhora o fluxo sanguíneo. O fruto também tem bastante vitamina e, geralmente, os mais ardidos são os que mais concentram essa propriedade, porque depende da presença de capsaicina.
Lado ruim – Por outro lado, as pimentas muito ardidas podem causar inflamação e agressão ao aparelho digestivo. Na boca, os tecidos ficam irritados e, por isso, há a ardência. Com o consumo em excesso de pimentas fortes, pode ocorrer uma gastrite química (quando há presença de uma substância no estômago que leva à irritação), mas isso não é comum porque não temos a cultura de consumir tanta pimenta assim. Além disso, quando se ingere algo muito apimentado, a água da parede do intestino se solta, o que faz as fezes ficarem mais líquidas, mas isso não é comum.
Fonte: Revista Eletrônica AMBIENTE BRASIL (via newsletter) apud G1

Nenhum comentário: