terça-feira, 25 de março de 2014

Momento lírico 258

INCERTEZAS
(Karl Fern)

Onde estás que eu não te vejo
Onde perfumas que não te sinto
Onde escondes teu real desejo
Pr’onde vás que não pressinto?

Por que de mim tanto tu somes
Por que de mim não queres nada
Por que assim tu me consomes
Por que preferes não ser amada?

Só eu sei quanto tu me amas
Só eu sei quanto pensas em mim
Só eu sei quanto tu me chamas
Não suporto ver-te triste assim!

Não abandone a tua felicidade
Não ocultes o sentimento teu
Não sucumbas a outras vontades
Se o teu genuíno amor sou eu!

2 comentários:

Anônimo disse...

É muito triste saber que o nosso sofrimento, entristece alguém, pois ninguém sofre por querer, mas somos reféns das nossas atitudes e das nossas escolhas, e na maioria das vezes o sofrimento é inevitável, diante das lembranças do que de bom se viveu!
Lindo poema!

Lucena Fernandes disse...

Muitas vezes por convenção, temos que calar nossos sentimentos, por não existirem outras alternativas. Sofremos mas temos que ir em frente!
Belo poema!