sábado, 9 de novembro de 2013

Os vilões entre os extravirgens!

As propriedades antioxidantes do azeite de oliva são os grandes atrativos desse produto, devido ao seu efeito benéfico à saúde. Mas para que o azeite mantenha suas características, é importante que ele não seja misturado a outras substâncias. Estes óleos misturados não trazem benefícios nenhum! Pelo contrário, podem aumentar o colesterol e as placas das gorduras nas artérias, além de engordar. Assim, as fraudes, além de serem um abuso contra o consumidor, podem reduzir ou até eliminar as qualidades benéficas para a saúde.
Lembrar que mesmo os bons azeites devem ser consumidos com moderação. Geralmente uma colher de sopa ao dia já está de bom tamanho. Mas isso pode variar. Por exemplo, para um obeso ou que tem tendência a engordar, um filete de azeite é suficiente. Já uma pessoa magra que sofre de intestino preso ou precisa aumentar o colesterol bom, pode ingerir mais. Ou seja, cada caso é um caso. Consulte um nutricionista!
No testes que a Proteste realizou com esse produto, foram detectados indícios de fraude nas marcas de azeite de oliva extravirgem: Figueira da Foz, Tradição, Quinta d'Aldeia e Vila Real. Os quatro produtos foram desclassificados do teste, pois não podem sequer ser considerados azeites.
Os quatro, na verdade, são uma mistura de óleos refinados, com adição de outros óleos e gorduras. Em diversos parâmetros de análise, essas marcas apresentaram valores que não estão de acordo com a legislação vigente. Os testes realizados indicaram que os produtos não só apresentam falta de qualidade, como também apontaram a adição de óleos de sementes de oleaginosas, o que caracteriza a fraude.

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