quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Momento lírico 180

ECOS DO SILÊNCIO
 (Karl Fern)

Madrugada que me acolhe
Neste frio que me encolhe
Na noite gélida de inverno
Sinto saudades de você
Faz-me falta o seu querer
Entre brumas me consterno.

Revolvo em minha cama
Pois o sono não me chama
E me deixa mais cansado!
Minha mente vai confusa
Minha alma segue obtusa
Meu peito desconsolado.

O dia nunca amanhece
Uma dor que me aborrece
Sua ausência me consome
O relógio me atormenta
O silêncio não me alenta
Ouço ecos do seu nome.
Fonte: MINHAS RIMA II


3 comentários:

Suely disse...

A mulher que recebe faz um poeta perder o sono só pode ser um ser divino, perfeito encantador!

Parabéns Carlos!

Lucena Fernandes disse...

Lindo poema! Parabéns! Já estava sentindo falta!

Anônimo disse...

Um dosa poemas mais belos! Será com certeza um grande sucesso do MINHAS RIMAS II


Parabéns!