segunda-feira, 4 de março de 2013

Medicamentos para ereção

   Parte de uma mesma família de drogas, os medicamentos orais para tratamento da disfunção erétil contam com um mecanismo similar de ação: inibir a enzima fosfodiesterase tipo 5, liberada normalmente após uma relação para que aconteça a perda da ereção, e promover relaxamento dos corpos cavernosos do pênis, facilitando a ereção.
Mas entre a teoria e a prática as dúvidas são muitas. Eles já devem ser usados após o pri-meiro episódio em que o homem "falhou"? É dispensável consultar um médico antes, já que eles podem ser adquiridos sem receita? Usá-los desde jovem pode prevenir futuros proble-mas? Esclareça essas e outras dúvidas, inclusive descobrindo como eles agem e quais os riscos do uso inadequado, lendo os itens a seguir!
1.   Uso - Medicamentos orais para disfunção erétil são indicados, principalmente, para problemas de ereção de origem vascular. Quando o paciente é vítima de lesões neurológicas e circulatórias mais severas, pode ser necessário outra linha de tratamento.
2.   Riscos - Há riscos em usar medicamentos para disfunção erétil sem antes consultar um médico. Apesar do tratamento com esse tipo de droga ser altamente seguro, ele não está isento de efeitos colaterais. Sua interação com medicamentos vasodilatadores das artérias coronárias, por exemplo, pode levar a queda da pressão arterial. Por isso, antes de usá-los consulte um médico.
3.   Idade mínima - Não há idade mínima para começar a fazer uso de medicamentos orais para disfunção erétil, uma vez que problemas de ereção podem atingir homens em qualquer fase da vida, embora seja mais comum após a quarta década da vida, atingindo praticamente metade dos homens com idades entre 40 e 80 anos.
4.   Dosagem - É importante respeitar a dosagem máxima recomendada por cada tipo de medicamento, pois ultrapassar esse limite aumenta o risco de efeitos colaterais (dor de cabeça, rubor facial e dores musculares).
5.   Tempo de ação - Não é o período total durante o qual o homem ficará com o pênis ereto e, sim, apenas que durante aquele período ele conseguirá ter uma ereção caso seja estimulado sexualmente. Em geral, os medicamentos devem ser tomados de estômago não muito vazio e duas horas antes da relação sexual.
6.   Dependência - Não causam dependência física, entretanto, existe a possibilidade da ocorrência de uma espécie de dependência psicológica, principalmente em jovens. Esses medicamentos não mexem com a libido, mas perder o medo de "falhar" pode dar mais confiança ao paciente, fazendo com que ele sinta mais prazer nas relações.
7.   Uso por curiosidade - O seu uso por pessoas saudáveis não envolve grandes consequências à saúde, pois eles são extremamente seguros. Entretanto, pode comprometer o indivíduo psicologicamente e ele pode se sentir inseguro sem seu suporte. Além disso, ele se expõe a possibilidade de ter efeitos colaterais evitáveis decorrentes do uso medicamento.
Fonte: MINHA VIDA (via email)

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