segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Cofrinho-porquinho

Aproximadamente desde o século XV, os europeus acostumaram-se a guardar suas economias em potes feitos de argila, especialmente em uma argila de cor laranja, que em inglês se denomina pygg e até chamavam estes potes de Pyggy Banks.
Ocasionalmente, no século XIX, uma equipe de oleiros britânicos recebeu pedidos para produção de pyggy banks para juntar moedas, mas estes entenderam que deveriam ser feitos cofrinhos em forma de porco, que em inglês se escreve pig. Concluída a encomenda, os novos cofrinhos em formato de porquinhos agradaram tanto aos clientes, principalmente, as crianças.
E assim surgiu o cofre porquinho, quase acidental, mas tão irreversivelmente que também passou a ser o símbolo da poupança em muitos países. No Brasil é designado vulgarmente como “porquinho-mealheiro” e mais vulgarmente “miaeiro”.
Existe outra versão, menos crível e popular, que atribui o mérito ao engenheiro francês Sebastian La Pestre, do séc. XVII, que teria calculado que em alguns anos uma porca pode produzir milhões de filhotes e isso representava lucros para as famílias camponesas que podiam vender os porcos e guardar as moedas lucradas em porquinhos de cerâmica.


Um comentário:

Lucena Fernandes disse...

Aqui em casa tinha um desses e se chamava Horácio!