sábado, 7 de julho de 2012

O Egito dos Faraós

Desde que, segundo a tradição egípcia, o pais foi unificado (~3100 a. C.), sob a liderança do lendário Menés (3087-3035 a. C.), ele tornou-se o primeiro faraó, título divino dos soberanos do antigo Egito. Seus poderes eram mais que os de um simples rei, governando como o administrador máximo, o chefe do exército, o primeiro magistrado e o sacerdote supremo do Egito, poderes lógicos em função de seu caráter divino. De acordo com a mitologia egípcia, o faraó tinha carácter divino, pois o seu sangue de próprio corpo teria origem no seu antepassado mítico, o deus Hórus.
Por causa desta hereditaridade sanguínea, apesar do caráter preponderantemente machista de sua sociedade, os egípcios preferiram, por vezes, ser dirigidos por uma mulher de sangue divino, por exemplo Hatchepsut, que por um homem que não possuísse esta descendência. Apesar destes cuidadosos e tadicionalíssimos costumes, as linhagens faraônicas nunca foram notavelmente duradouras, e até com certa freqüência, foram encerradas por invasores e, pior ainda, por golpes de estado.
Mais sobre o Egito e sua lista de Faraós. ver em SÓBIOGRAFIAS (http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/RolFarao.html)

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