quarta-feira, 11 de abril de 2012

Sugestão de distribuição de medicamentos gratuitos


       Sabemos que obrigação do governo  trabalhar pelo bem estar de seus cidadãos com o custeio dos próprios cidadãos. Sabemos, pois, que não é porque o governo é bonzinho que distribui remédios gratuitamente, especialmente para a cura das doenças e ou aliviar o sofrimento daqueles que não podem comprar os medicamentos indicados.  Nossos impostos bancam essa demanda.
     Hoje sabemos que rola uma grande politicagem na distribuição desses remédios pelo governo. Quando não são distribuídos como se fossem doações dos políticos, também nesse jogo de criminosos interesses acontece:
     - que os correligionários têm preferência ou fazem estoques particulares;
       - que muitas vezes o paciente tem de falar com um político para conseguir seu medicamento;
       - que o medicamento muitas vezes é desperdiçado com prazo de validade vencido;
       - que na estrutura de distribuição desses medicamentos rola mais um cabide de empregos.
      Minha proposta: Toda farmácia teria de ter um setor de prateleiras e balcão com estes medicamentos. A licença comercial só seria cedida com a instalação desse serviço.  O farmacêutico só entregaria o medicamento mediante receita autorizada por um serviço oficial. Depois ele usaria estas receitas para repor o estoque. E poderia até receber alguma compensação financeira por prestar este serviço.
      Sendo assim:
     - o cidadão não precisaria esperar ou andar tanto atrás do seu medicamento;
       - o governo economizaria em aluguéis e contratação de funcionários;
     - os políticos não negociariam mais com essa miséria dos pacientes;
     - na falta de algum medicamento sempre haveria em outra farmácia mais próxima;
     - os pacientes reclamariam das farmácias negligentes ao poder público.
    E não me digam que este procedimento é impossível, pois já existem benefícios ou serviços públicos funcionando assim na empresa privada! Cito dois: O direito dos idosos nos transportes coletivos e o noticioso a Voz do Brasil. Ambos obrigatórios e funcionam muito bem!

Um comentário:

Voz do povo disse...

Professor Carlão, tudo vira moeda de troca, a sombra da ditadura ainda insiste em assombra a democracia, a distribuição "gratuita" é barganhada de alguma forma pela troca de votos. Como Brasileiro, expresso um sentimento de nojo em relação a boa parte de nossos políticos. Quanto a postagem, perfeito, concordo em número, gênero e grau. Voz do Povo.